No dia 29 de Dezembro, os Cratera dão o último concerto do ano no Burburinho bar em Fão e a entrada serão 2€. Aproveito para desejar Boas Festas a todos.

Como forma de elogiar um dos poucos sitios, se não o único, onde podemos consumir rock nas Taipas, o TAIPAS ROCK criou a seguinte votação: Qual foi, para ti, o melhor concerto no N101?
Para evitar conflitos não foram incluídas bandas das Taipas na votação, mas isso não excluí o facto destas terem proporcionado grandes concertos como certamente o fizeram. Em relação a outras que faltam, não seria possivel colocar todas e fica aqui um humilde pedido de desculpa.
Os Cratera vão estar no Azenha D. Zameiro em Vila do Conde e vão contar com Muzgo e The Glockenwise na abertura dos seus concertos de sexta 14 e sábado 15 respectivamente. 


Ca esta entao o cartaz do concerto que os Cratera vao dar com os Chemichal wire no n101. Os Cratera participam na colectanea Actus I, lançado pelo Vimaranes Metalum e podem adquirir uma copia pedindo para o e-mail dos Cratera cratera.info@gmail.com ou no El Rock.
| Cratera + Chemical Wire | N101 - Taipas | ||
| VIMARANES METALLVM FEST | Guimarães | ||
| Festa da Juventude | Taipas | ||
| IMPROVISO BAR | Espinho | ||
| Sala de Ensaios | Vila Verde |




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Outra das bandas a jogar em casa, os Cratera apresentam um rock melancolico-depressivo assente em acordes agressivos. Ouvir
Preços:
Compra Antecipada1 Dia: 6€
2 Dias: 12€ (Oferta da compilação Milhões de Festa)
Compra no Dia1 Dia: 8€
2 Dias: 15€

Próximo dia 22 de setembro, Ana Rita Freitas, vocalista dos MANTRA, entra em cena no palco da Operação Triunfo, programa da RTP1. Este é desde já um motivo de orgulho para a banda pois a sua vocalista foi escolhida no meio de milhares de concorrentes, o que é prova inequívoca da sua qualidade vocal. Assim estão todos convocados (amigos, conhecidos, "fãs" da banda), a dia 22 de setembro colarem ao televisor e votarem na Rita!


Este Sábado dia 28 os Patifes vão subir ao palco do ''Falanginha Get-together festival'' juntamente com Visitors e Ghadjah. O festival terá lugar em Vila Nova de Famalicão, Aroso Sta Eulália- parque 25 de Abril no recinto da A.D.C. junto ao campo de Futebol, muito próximo do Mosteiro Sto Amaro e a entrada será livre.

O princípio foi... "uma guitarra de dez contos e um disco dos Sex Pistols"

Rock, suor e cerveja no N101
Houve certos episódios na história da música popular, leia-se da pop e do rock de origem anglo-saxónica e a partir da segunda metade do século passado, que ficaram associados a cidades e a sítios concretos. Nova Iorque é a primeira que poderá saltar à ideia, Londres, Manchester também. Quanto aos “sítios concretos” houve o The Cavern ou o UFO Club, onde os Beatles e os Pink Floyd, respectivamente, deram os primeiros concertos. O CBGB berço do underground nova-iorquino. Ou ainda o Hacienda em Manchester.
Temos conhecimento hoje destes episódios como factos consumados da história. Isto é, conhecem-se os pontos de referência, mas menos fácil será saber o que poderá ter estado na origem daqueles movimentos e o que liga, ao longo da história, aqueles pontos de referência, a que se foi dando nomes como pop, rock, punk, psicadélico, new wave, madchester, trip-hop, post-rock, etc. É esta parte da história que parece ser mais estimulante: saber o que determina a passagem de uma “onda” para outra.
Vem tudo isto a propósito do concerto em dose-dupla que aconteceu no passado fim-de-semana, no Bar N101, com os GUIZO e os SCOUNDRELS. O mesmo palco onde já tocaram SMARTINI, SLIMMY, MANTRA, ALL STAR PROJECT, só para lembrar alguns.
Uma noite quente e húmida, associada à exiguidade do espaço, tornou o ambiente sequioso de bebida (álcool), propício ao consumo música e corpos em movimento. O melhor rock fazia-se ouvir logo à chegada, com o dj I’M NOT A DJ (aka Horácio), contagiando as almas e corpos presentes e forçando ainda mais o ar.
Os GUIZO subiram ao palco já era domingo. Abriram com Gone 4 2 Days, passaram em revista 1979 dos Smashing Pumpkins e o Um Céu Para o Meu Cão dos SUBCULTURA. Rock competente e sem ligeirezas.
Depois vieram THE SCOUNDRELS (NEXT DOOR) e mais uma vez o rock visceral que nos punha (imaginamos) numa noite no CBGB. Veio também o “tributo” ao legado 70’s dos The Who.
Destacar as músicas não originais das bandas não deve ser entendido como uma depreciação das músicas originais. Nada disso. Deverá servir antes como um estímulo para conhecer, numa próxima oportunidade, o que de melhor se vai fazendo nas Taipas em termos musicais e que não é de todo de desprezar.
Depois dos concertos, já em regime de jam session a música continuou e o volume de som aumentou até ao final da noite. Foi pena que o que se fazia no palco tenha roubado tempo e espaço à prestação do I’M NOT A DJ, que contribuiria por certo para alargar as geografias sonoras.
Depois daquela reflexão inicial, poderá ser legítimo deixar a questão: será que estamos, hoje e aqui, a assistir uma coisa realmente grande? Eu gosto de acreditar que sim. Para quem não foi, que vá para a próxima. Talvez estejamos a fazer parte da história. Pelo menos da nossa história.
É já este sábado, 14 de Julho, que o bar N101 irá oferecer a todos os presentes uma forte noite rock protagonizada pelos “ nossos “ Guizo e The Scoundrels. De facto podemos considerar que com esta combinação de bandas e estilos, o público presente, que pela expectativa criada prevê-se ser muito, irá sair satisfeito de mais uma das já várias noites de música, que muito têm dinamizado a nossa vila. De facto, já ultrapassamos o patamar típico de queixume no que respeita à falta de oferta de actividades. Não meus amigos, cada vez mais temos também a obrigação de dizer presente a iniciativas deste tipo, ainda para mais quando a qualidade existe.
Assim, no final do teu cafezinho, reúne-te com a tua malta e comparece por volta das 22H30, naquele que cada vez mais é um espaço de irreverência, afirmação e oportunidade.
No final das actuações dos Guizo e dos The Scoundrels, há espaço para o rock dançante de I’m not a Dj.
Uma noite que promete... agora a escolha é tua…

Os Smartini estão a passar o seu melhor momento e são uma banda exemplo em termos de amizade, profissionalismo e são também a prova de que com trabalho e honestidade se consegue ir mais além. Os smartini são cada vez mais a banda das taipas mais madura, mais ciente daquilo que quer e procura. O nome Smartini é, para nós, o mais sonante nome taipense e sem dúvida é uma das nossas maiores esperanças no alcançar de um lugar de destaque no panorama nacional. O TAIPAS ROCK publica assim aquela que será a primeira das entrevistas que este blogue pretende realizar no nosso pequeno universo taipense. Temos então a primeira com o JPaulo dos Smartini:
e torna viável um futuro regresso a uma cidade vizinha. Little Girl agradou mas o auge chegou com o muito bem interpretado cover dos The Who, My Generation.



Descalçamos as botas, deixamo-nos confortáveis e calmamente nos entregamos ao som de Guizo. Um projecto de Pedro Conde e que nos chega das Taipas. Lugar este, que tem vindo a demonstrar boas colheitas nos últimos tempo. Mantra, Smartini, e agora Guizo.
Uma pequena amostra com quatro temas, mas mesmo assim, já se nota a grandeza e um futuro firme para este projecto taipense.
As influências pós grunge são notórias e assumidas. A melodia encaixa perfeitamente em todos os temas. O primeiro tema “Running from Yesterday” o mais viciante do disco, deixa-nos logo com a melodia na memória e com vontade de a voltar a ouvir.
Os dois temas seguintes, “Gone 4 2 Days” e “Problem for You” deixa-nos na suavidade e o refrão de cada uma são já factos notórios de singles contagiantes. Todos estes temas servem de excelentes singles.
Guizo apresenta-se assim da melhor forma. Sem complexos. Sem receios. Com muita vontade de caminhar em frente.
“Lonely Walls” o último tema, tema forte, deixa-nos com água na boca. Queremos mais. Força!
Vítor Pinto
fenther.net