Smartini abrem Triangulo de Amor Bizarro em Barcelos


Os Smartini actuam esta sexta-feira, 27 de julho, em Barcelos. O evento terá início ás 21.30h e terá lugar no Largo do Apoio. A banda continua a mostrar o seu albúm de estreia ''Sugar Train'' lançado no passado mês de Abril.

Depois de quatro anos a trabalharem canções intercaladas com vários concertos, em 2007 os Smartini lançam o tão esperado álbum de estreia, intitulado "Sugar Train". Sobre este, a banda descreve-o como uma espécie de viagem de comboio por entre algumas das regiões mais alternativas da música, quase como se fossem os maquinistas de uma velha locomotiva a vapor que percorre os trilhos de uma linha única rumo ao noise de Glenn Branca, às paisagens sonoras de Yo La Tengo ou à explosão eléctrica dos Sonic Youth. Parafraseando a metáfora, não usam pás nem carvão e muito menos lançam fumo negro para a atmosfera. Usam sim guitarras e lançam sons para a atmosfera musical. Um álbum que debita a energia que tão bem caracteriza os Smartini.

"... A teoria do eterno retorno é posta em prática em quase uma hora de reminiscências que começa com uma descolagem sem sobressaltos. A máquina recua até 1992 e à nossa frente podiam estar os Sonic Youth sem Kim Gordon mas com as guitarras a cutucarem-se em busca da filigrana perfeita e baixo e bateria a exercitarem-se em volta do diafragma sónico... " Luis Guerra

Triângulo de Amor Bizarro

Os Triangulo de Amor Bizarro levam pouco tempo recuperando os sons obsessivos, hipnóticos e violentos, que em fins da década de oitenta, projectaram para os livros da história grupos como Telescopes, Jesus And Mary Chain ou My Bloody Valentine, mas souberam acrescentar-lhe uma perspectiva pessoal.Neste período a sua música enriqueceu-se notavelmente, e passaram de promissoras maquetes (semifinalistas do projecto Demo do Festival Internacional de Benicassim) a um som que lhes pertence unicamente, e em que lhes cabem determinadas características que os ligam também aos Surfin Bichos, Stereolab, a um género shoegazer mais hardcore, mas também ao No Wave e ao Kraut. Noise controlado e melodias que passam da obscuridade à luz com uma naturalidade imprópria de um lançamento de estreia, assim se pode falar do disco homónimo dado a conhecer em Fevereiro passado.
Ao vivo, o grupo aproveita todas estas qualidades para exponenciá-las de maneira absolutamente brutal, que sugerirá um antes e depois na concepção do indie-rock espanhol, após a sua passagem pelos cenários. É obrigatório ouvir, mas também ver, a actualidade corre a favor dos Triangulo Amor Bizarro.

The Scoundrels (next door) em Famalicão no «Falanginha get-together festival»

Este Sábado dia 28 os Patifes vão subir ao palco do ''Falanginha Get-together festival'' juntamente com Visitors e Ghadjah. O festival terá lugar em Vila Nova de Famalicão, Aroso Sta Eulália- parque 25 de Abril no recinto da A.D.C. junto ao campo de Futebol, muito próximo do Mosteiro Sto Amaro e a entrada será livre.

Numb Skull substituem Muzgo na Festa da Fraternidade


Os Muzgo já não vão actuar na série de concertos que acontecerá hoje à noite (20 de Julho) no antigo mercado, nas Caldas das Taipas.
Em sua substituição tocarão os Numb Skull, de Guimarães. Para além destes tocam ainda os Dynamite Trust e os Wokini.
O início dos concertos está marcado para as 20 horas.
(Obrigado Nek pela info!)

Muzgo, Dynamite Trust e Wokini na Festa da Fraternidade

Sexta-feira, 20 de Julho, há música no antigo mercado, nas Caldas das Taipas. Muzgo, Dynamite Trust e os Wokini sobem ao palco integrados no programa da Festa da Fraternidade. O início dos concertos está marcado para as 20 horas.

(NOTA: ver actualização deste post em "Numb Skull substituem Muzgo na Festa da Fraternidade")

[REPORTAGEM]

O princípio foi... "uma guitarra de dez contos e um disco dos Sex Pistols"


O que estará na origem da formação de uma banda? Já alguém pensou nisto? Quais os motivos que levam um grupo de “gajos” (ou menos frequentemente de “gajas”) a juntarem-se para formar uma banda?

Será uma forma de imitar as bandas que se começam a idolatrar pela altura do secundário? Servirá para exortar os demónios interiores e individuais que se começam a formar na personalidade de cada um? Será para impressionar as miúdas?

Muitas bandas acabam passado pouco tempo após se terem formado. Ressurgem outras, por vezes com elementos de bandas extintas e que não desistem. Novos ciclos se geram enquanto outros se vão fechando.

Este é um trabalho que o TAIPAS ROCK está a desenvolver e será publicado em breve. Não percam nos próximos dias os primeiros resultados da nossa investigação. Caso queiram contribuir com o vosso testemunho não hesitem. O nosso endereço de e-mail é este: taipasrock@gmail.com.

[GUIZO + SCOUNDRELS]

Rock, suor e cerveja no N101

Houve certos episódios na história da música popular, leia-se da pop e do rock de origem anglo-saxónica e a partir da segunda metade do século passado, que ficaram associados a cidades e a sítios concretos. Nova Iorque é a primeira que poderá saltar à ideia, Londres, Manchester também. Quanto aos “sítios concretos” houve o The Cavern ou o UFO Club, onde os Beatles e os Pink Floyd, respectivamente, deram os primeiros concertos. O CBGB berço do underground nova-iorquino. Ou ainda o Hacienda em Manchester.

Temos conhecimento hoje destes episódios como factos consumados da história. Isto é, conhecem-se os pontos de referência, mas menos fácil será saber o que poderá ter estado na origem daqueles movimentos e o que liga, ao longo da história, aqueles pontos de referência, a que se foi dando nomes como pop, rock, punk, psicadélico, new wave, madchester, trip-hop, post-rock, etc. É esta parte da história que parece ser mais estimulante: saber o que determina a passagem de uma “onda” para outra.

Vem tudo isto a propósito do concerto em dose-dupla que aconteceu no passado fim-de-semana, no Bar N101, com os GUIZO e os SCOUNDRELS. O mesmo palco onde já tocaram SMARTINI, SLIMMY, MANTRA, ALL STAR PROJECT, só para lembrar alguns.

Uma noite quente e húmida, associada à exiguidade do espaço, tornou o ambiente sequioso de bebida (álcool), propício ao consumo música e corpos em movimento. O melhor rock fazia-se ouvir logo à chegada, com o dj I’M NOT A DJ (aka Horácio), contagiando as almas e corpos presentes e forçando ainda mais o ar.

Os GUIZO subiram ao palco já era domingo. Abriram com Gone 4 2 Days, passaram em revista 1979 dos Smashing Pumpkins e o Um Céu Para o Meu Cão dos SUBCULTURA. Rock competente e sem ligeirezas.

Depois vieram THE SCOUNDRELS (NEXT DOOR) e mais uma vez o rock visceral que nos punha (imaginamos) numa noite no CBGB. Veio também o “tributo” ao legado 70’s dos The Who.

Destacar as músicas não originais das bandas não deve ser entendido como uma depreciação das músicas originais. Nada disso. Deverá servir antes como um estímulo para conhecer, numa próxima oportunidade, o que de melhor se vai fazendo nas Taipas em termos musicais e que não é de todo de desprezar.

Depois dos concertos, já em regime de jam session a música continuou e o volume de som aumentou até ao final da noite. Foi pena que o que se fazia no palco tenha roubado tempo e espaço à prestação do I’M NOT A DJ, que contribuiria por certo para alargar as geografias sonoras.

Depois daquela reflexão inicial, poderá ser legítimo deixar a questão: será que estamos, hoje e aqui, a assistir uma coisa realmente grande? Eu gosto de acreditar que sim. Para quem não foi, que vá para a próxima. Talvez estejamos a fazer parte da história. Pelo menos da nossa história.

Cratera em palco novamente

A par dos Scoundrels, os Cratera são quem mais tem dado que falar no TAIPAS ROCK. Desta vez o palco será no evento Avante Minho em Pevidém com entrada livre. O concerto está marcado para as 21h. Se poderem não percam porque ainda da tempo para depois dar um saltinho ao n101..

NOITE ROCK NO N101

É já este sábado, 14 de Julho, que o bar N101 irá oferecer a todos os presentes uma forte noite rock protagonizada pelos “ nossos “ Guizo e The Scoundrels.

De facto podemos considerar que com esta combinação de bandas e estilos, o público presente, que pela expectativa criada prevê-se ser muito, irá sair satisfeito de mais uma das já várias noites de música, que muito têm dinamizado a nossa vila. De facto, já ultrapassamos o patamar típico de queixume no que respeita à falta de oferta de actividades. Não meus amigos, cada vez mais temos também a obrigação de dizer presente a iniciativas deste tipo, ainda para mais quando a qualidade existe.

Assim, no final do teu cafezinho, reúne-te com a tua malta e comparece por volta das 22H30, naquele que cada vez mais é um espaço de irreverência, afirmação e oportunidade.

No final das actuações dos Guizo e dos The Scoundrels, há espaço para o rock dançante de I’m not a Dj.

Uma noite que promete... agora a escolha é tua…


Os Cratera vão participar em mais um tributo aos Nirvana, desta vez em Joane no Contemplarte Bar (A.T.C). O concerto é já este Sábado, 7 de Julho e terá início pelas 22h, com entrada livre! A set-list será a mesma do tributo no 101. Lithium, Negative Creep e Territorial Pissings com muita mosh à mistura.
Para além dos Cratera, prestarão homenagem a estes senhores da música mais 4 bandas. A não perder...

[ENTREVISTA] Smartini

Os Smartini estão a passar o seu melhor momento e são uma banda exemplo em termos de amizade, profissionalismo e são também a prova de que com trabalho e honestidade se consegue ir mais além. Os smartini são cada vez mais a banda das taipas mais madura, mais ciente daquilo que quer e procura. O nome Smartini é, para nós, o mais sonante nome taipense e sem dúvida é uma das nossas maiores esperanças no alcançar de um lugar de destaque no panorama nacional. O TAIPAS ROCK publica assim aquela que será a primeira das entrevistas que este blogue pretende realizar no nosso pequeno universo taipense. Temos então a primeira com o JPaulo dos Smartini:

TAIPAS ROCK: Para Começar gostava que me falasses da formação dos Smartini (para quem não sabe lol)

JPaulo: No inicio o Ricardo, o Patrício e o Nuno pertenciam a um projecto de covers. Até que um dia decidiram formar um projecto de originais. Reformularam as suas posições na banda e
formaram os Subcultura. Eu entrei nessa fase. Já os acompanhava. Ainda toquei em Subcultura. Até que resolvemos dar novo rumo ao que fazíamos. Surge o tema sugar train, que até chegou a ser experimentado ao vivo, numa versão de quase 20 minutos. Esta até é a razão do albúm ter esse nome, foi o inicio dos smartini.

TP: Como surgiu o nome Smartini?

JP: Na minha opinião, um bom nome para uma banda resulta de 2 maneiras: ou consegues um nome que fica facilmente na mente ou então um nome longo que quase ninguém o consiga dizer. Nós optamos pela 1ª opção. Smartini é um nome com uma fonética bonita, que fica, mesmo quando te põem à frente uma folha cheia de nomes de bandas e no final te perguntam alguns nomes que te lembres, um deles é smartini. Nós fizemos este teste.

TP: Como descreves o vosso som?

JP: Difícil e fácil ao mesmo tempo. Tens uma larga margem para o definires. Vai um pouco ao
encontro do que vamos ouvindo. Somos uma banda sónica, indie, um pouco experimental, que pisca o olho ao post-rock, prova o punk e abraça o puro rock! (risos)

TR: Quais as perspectivas que tens para a banda?

JP: Neste momento, e depois de ter editado o primeiro albúm, o objectivo dos smartini é a edição do 2º. (risos) Tem chegado algum feedback positivo das vendas do sugar train. Agora vamos começar a rodá-lo, mas acredita que nas nossas cabeças já começa a estar o segundo albúm.

TR: Nas bandas, elementos entram, elementos saem. Nos Smartini ainda são os 4 elementos originais. Qual o segredo para a manutenção da estrutura original da banda?

JP: Penso que há muita compreensão entre nós. Todos nós temos as nossas profissões, as nossas famílias, o que não torna as coisas muito fáceis. De certa maneira as coisas têm funcionado. Se calhar já perdemos algumas oportunidades de foram aparecendo em alturas menos boas para algum de nós, mas acima de tudo somos grandes amigos. As coisas podem dar grandes voltas, e também pode ser este o caso, mas não vejo os smartini sem estes 4 elementos.

TR: Na tua opinião como está o panorama musical português?

JP: Está bem. Hoje em dia qualquer pessoa pode mostar o seu talento. Com pouco dinheiro
consegues gravar música, mostrá-la, e vais conseguindo locais para tocar. Mas acima de tudo há a Internet. Um tipo qualquer na china tem a tua música disponível assim como, e falando no panorama português, tu consegues facilmente saber o que se vai passando por todo o meio underground.

TR: Para terminar, que conselhos podes dar a uma banda das taipas que esteja a dar os primeiros concertos?

JP: Que ouçam smartini! (risos)
Em primeiro lugar que escutem muita música, não pelas modas, mas pelo que os ouvidos pedem. Que criem personalidades próprias, mesmo que por vezes recriem os seus ídolos. Conseguir ter um visão por fora daquilo que está a fazer. E muito trabalhinho, não é só ir para o café e dizer aos amigos que tem uma banda. (risos)

TR: Muito obrigado pela entrevista e pelo tempo dispensado, boa sorte para os Smartini
e até uma próxima.

JP: Obrigado eu pelo apoio e parabéns pelo blog.

Mais Scoundrels

Os Scoundrels continuam a sua maratona de concertos. Desta vez o palco estará situado no bar do Hotel das Termas e será esta sexta-feira dia 6 pelas 22h. Lá estaremos...

The Scoundrels no Ribatejo



Foi sobre um sol quente e um dia de autêntico Verão que na passada sexta-feira, 22 de Junho, os Scoundrels armaram a tenda na margem esquerda do Tejo que passa pela cidade histórica de Abrantes.

O Palco aparenta e mais tarde confirma ser bom, o local estava propício a uma grande noite rock’n roll.
A noite estava quente quando a banda taipense entrou em palco, embora o público que compunha o local, não era muito, mas , salvaguarde-se, era bom.
Os Scoundre
ls apresentaram um alinhamento forte que foi de acordo com as pretensões daqueles que os ouviam. Conseguiram prender as atenções dos estranhos presentes, com os ouvidos desconfiados naquela banda do Minho, conseguindo assim uma boa presteção em terras ribatejanas e conseguindo também desenvolver alguns contactos que torna viável um futuro regresso a uma cidade vizinha. Little Girl agradou mas o auge chegou com o muito bem interpretado cover dos The Who, My Generation.

Aliado ao bom concerto dos patifes, creio ser meu dever aqui dar uma palavra para o Sr. Phil Mendrix, nome artístico do músico com mais de 60
anos, Filipe Mendes, que conjuntamente com uma banda à sua altura, presenteou-nos com um concerto absolutamente fantástico. Podem ouvir no myspace.

CRATERA + TWISTED FATE


Realmente este fim de semana vai estar ao rubro para algumas bandas das Taipas. Dia 22 surgem também dois concertos de bandas taipenses. O primeiro é dos Cratera que continuam ''on fire'' tocando onde houver um palco. O segundo é uma surpresa. Parece que temos outra banda nas Taipas! Os Twisted Fate fazem a sua apresentação nesta mostra de música.
As bandas nas Taipas surgem, não como cogumelos (isso dá a sensação de praga!), mas como sinal de que a música rock desde sempre esteve presente nas nossas raízes, e vamos continuar a cultivá-la independentemente das adversidades com que nos deparamos neste meio ainda pequeno.
Quanto aos Twisted Fate apenas sei que é composta por elementos dos extintos Human Target mas espero em breve ter mais informações.
Em relação ao Mostra de Música, será junto á igreja de S. João Ponte e a entrada será grátis. É uma pena que este fim de semana tenhamos tantos concertos em tão pouco tempo e que não seja possível assistir a tudo. Que ao menos o S. Pedro curta rock...

The Scoundrels (next door)


O nosso rock britânico não pára. Depois de um período de incertezas em relação ao futuro da banda, eis que surge um novo elemento (e que elemento!) para trazer à banda de Lourenço Salgado uma lufada de ar fresco e uma motivação extra para compor novos temas e dinamizar outros já existentes.
O rock esse é agora mais actual, embora as linhas dos 60s e 70s sejam bem evidentes e a energia contagiante transparecida em palco nunca conheceu melhores dias.
Sabe bem ouvir as linhas de guitarra de David Viegas onde cada nota encaixa na perfeição na melodia britânica.
Para trás ficaram concertos como no Europa Vox (Prestigiado festival francês) e no nosso conhecido Rock in Taipas no ano passado. Tudo o que transportam na carrinha e descarregam no palco é energia, garra, sentimentos e vontade, muita vontade de triunfar num nosso nada fácil panorama musical.


Temos agora duas oportunidades de ver e ouvir com os nossos próprios olhos e ouvidos. Uma é já este fim de semana dia 22 em Abrantes no Rock Blues Biker Fest e outra dia 14 no N101. Não percam...

Rock in Taipas 2007


Estamos quase a chegar ao tão aguardado fim de semana musical taipense. Ainda me lembro de ensaiar semanas a fio nas garagens do
Passerelle para participar no tão aguardado espectáculo... Mas, para bem do festival, os tempos são outros e este fim de semana podemos assistir a concertos de bandas mais prestigiadas como Coldfinger, D3o ou Linda Martini para além, é claro, das já conhecidas bandas taipenses Mantra e Smartini. Ingredientes mais que apetecíveis para saborear uns momentos de puro som de qualidade. Qualidade essa de que nem todas as vilas ou cidades se podem orgulhar. Bons concertos a 0€. Aliciante não?

GUIZO por Vítor Pinto


Descalçamos as botas, deixamo-nos confortáveis e calmamente nos entregamos ao som de Guizo. Um projecto de Pedro Conde e que nos chega das Taipas. Lugar este, que tem vindo a demonstrar boas colheitas nos últimos tempo. Mantra, Smartini, e agora Guizo.

Uma pequena amostra com quatro temas, mas mesmo assim, já se nota a grandeza e um futuro firme para este projecto taipense.
As influências pós grunge são notórias e assumidas. A melodia encaixa perfeitamente em todos os temas. O primeiro tema “Running from Yesterday” o mais viciante do disco, deixa-nos logo com a melodia na memória e com vontade de a voltar a ouvir.
Os dois temas seguintes, “Gone 4 2 Days” e “Problem for You” deixa-nos na suavidade e o refrão de cada uma são já factos notórios de singles contagiantes. Todos estes temas servem de excelentes singles.

Guizo apresenta-se assim da melhor forma. Sem complexos. Sem receios. Com muita vontade de caminhar em frente.
“Lonely Walls” o último tema, tema forte, deixa-nos com água na boca. Queremos mais. Força!

Vítor Pinto

fenther.net